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Pride & Glory é o único álbum de estúdio da banda de rock norte americana (EUA), Pride & Glory. A banda era liderada pelo guitarrista e vocalista Zakk Wylde, mais conhecido por seu trabalho anterior como membro da banda do Ozzy Osbourne. As faixas, Troubled Wine, Losin' Your Mind e Horse Called War, foram lançadas como singles. Pride & Glory foi relançado em 1999 pela Spitfire Records com um disco bônus contendo material raro e inédito.

O álbum foi recebido com surpresa por muitos ouvintes, com um som fortemente influenciado pelo rock sulista, o que representou um afastamento completo do trabalho anterior de Wylde com o ícone do metal Ozzy Osbourne. Ele afirmou que houve um esforço consciente para fazer um álbum que os fãs não associassem imediatamente a música de Osbourne. Durante o mesmo período, Wylde estava considerando a ideia de se juntar ao Guns N' Roses e seu breve envolvimento com essa banda, bem como com o projeto Pride And Glory, o levou a desistir de seu lugar na banda de Osbourne. Wylde afirmou que muitos observadores expressaram a opinião de que era muito imprudente deixar a segurança da banda de Osbourne para essencialmente recomeçar como uma banda de clubes como o Pride And Glory. "Não estou nisso para viver como uma estrela do rock. Estou nisso para tocar minha guitarra", disse ele sobre as críticas que recebeu. Após o lançamento do álbum ao vivo Live & Loud de 1993 e a subsequente turnê de despedida de Osbourne, Wylde acreditava que uma nova banda era seu único caminho a seguir, dizendo em 1994: "Já faz mais de um ano desde que fiz turnê com o Ozzy e eu não queria ficar parado antes de gravar meu próprio disco." Osbourne "entendeu o que eu tinha que fazer", segundo o guitarrista.

Wylde escolheu o produtor Rick Parashar devido ao seu trabalho anterior nos álbuns do Temple Of The Dog e do Blind Melon. "Esses discos são realmente orgânicos, no sentido de que não há muita produção, você ouve a banda, exatamente como aquelas gravações clássicas dos anos 70", disse ele. A gravação de Pride & Glory foi uma experiência agradável para todos os envolvidos, com Wylde relembrando: "Olhando para trás, esse disco foi pura diversão e eu me lembro de acordar todos os dias, tomar um café e ficar ansioso para voltar para o estúdio. Ou, se tivéssemos passado a noite toda enlouquecendo, eu poderia ter aberto outra cerveja gelada, pegado o violão e tocado algo como, Lovin' Woman. Ele listou as faixas: Sweet Jesus, Fadin' Away, The Chosen One, Cry Me a River, Lovin' Woman e Losin' Your Mind, como suas favoritas do álbum.

No estúdio, Wylde usou essencialmente o mesmo equipamento que vinha usando na banda de Osbourne desde No More Tears de 1991. "Eram basicamente duas Les Pauls, 'The Grail' e 'The Rebel', basicamente o meu equipamento do Ozzy. O mesmo de No More Tears. Não me preocupei em mudar nada. Tenho amigos que são verdadeiros caçadores de timbre e viciados em equipamentos... enquanto para mim, se funciona bem, vamos usar de novo", disse ele. Wylde usou uma Gibson Dove para as partes acústicas do álbum. Amplificadores Marshall do início dos anos 80, a preferência pessoal de Wylde, foram usados no álbum: "É isso que é ótimo nesses Marshalls. Você conecta, eles funcionam e você está pronto para gravar. Usei meu wah-wah Dunlop, provavelmente era o padrão, já que meu modelo signature só saiu depois. Acho que usei um Boss SD-1 para distorção extra, foi basicamente isso."

Wylde escreveu a música, The Chosen One, como uma homenagem ao seu pai, um herói de guerra que morreu pouco depois do lançamento do álbum. Ao ouvir a música, Wylde disse em tom de brincadeira que seu pai lhe deu um soco na cara e disse que a música era horrível. "Então ele disse: 'Suba e limpe seu quarto, depois saia de casa porque você e sua esposa Barbaranne vão ficar no Ramada hoje à noite!' Ele me disse que da próxima vez que eu escrevesse uma música para ele, deveria fazer algo melhor do que aquela porcaria, haha!", disse Wylde. 

A reedição de 1999 apresenta um cover de Come Together dos Beatles . Wylde disse sobre a música: "Acho que ouvimos a original na sala de controle, comentando como a gravação era ótima e como a bateria soava plana e sem vida, embora o resto da banda estivesse bem presente e impactante. Comecei a improvisar no piano, fazendo algo no estilo de 'Come Together', e então gravamos em Ré menor. A tonalidade mais triste de todas! Estávamos bebendo e nos divertindo, então pensamos que poderíamos muito bem adicionar isso também." Wylde disse que preferiu adicionar vários covers à reedição porque queria guardar suas novas músicas originais para o próximo álbum. "Muitas vezes, as pessoas não chegam a ouvir as faixas bônus. Além disso, fazer covers é divertido, tocar músicas de bandas que você ama...", disse ele.

O álbum recebeu críticas predominantemente positivas. A Guitar World deu ao álbum uma crítica positiva, chamando-o de "uma aventura selvagem e abrangente", enquanto aplaudia os "músicos de heavy metal que se misturam com roqueiros sulistas pantanosos". O AllMusic referiu-se ao álbum como "uma estreia surpreendentemente sólida", elogiando a forma de tocar guitarra e a composição de Wylde.
Fonte: 
Wikipédia.

Integrantes.

Zakk Wylde (Vocais, Guitarras, Piano, Bandolim, Banjo, Gaita)
James Lomenzo (Baixo, Backing Vocals, Contrabaixo, Guitarra de doze Cordas)
Brian Tichy (Bateria, Percussão)
Paul Buckmaster (Arranjos Musicais)
 
CD 1.

01. Losin' Your Mind (5:28)
02. Horse Called War (5:01)
03. Shine On (6:44)
04. Lovin' Woman (3:47)
05. Harvester Of Pain (5:06)
06. The Chosen One (6:50)
07. Sweet Jesus (3:45)
08. Troubled Wine (5:41)

09. Black Label Society - Machine Gun Man (4:56)
10. Cry Me A River (4:38)
11. Toe'n The Line (7:15)
12. Found A Friend (6:03)
13. Fadin' Away (4:55)
14. Hate Your Guts (4:33)


CD 2: Bonus.

01. Machine Gun Man (Acoustic Version) (5:26)
02. Mother Mary (Alternate Version) (5:42)

03. Black Label Society - The Wizard (4:44)
04. Torn & Tattered (5:46)
05. Black Label Society - In My Time Of Dyin' (7:30)
06. The Hammer And The Nail (2:38)
07. Black Label Society - Come Together (3:55)

(320Kbps)


 
 
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